Mensagens

A mostrar mensagens de dezembro, 2019

Placas Oculadas do Depósito Votivo

Imagem
Neste artigo dá-se a conhecer as placas oculadas em ouro e prata, descobertas no Depósito Votivo de Garvão.           Descrição : Placas oculadas representando um olho humano de forma circular, de onde partem pequenos raios realizados por repuxamento fino, sugerindo as pestanas ou raios solares.           Proveniência : Garvão. (Museu Nacional de Arqueologia)           Grupo Cultural : Idade do Ferro do Sul de Portugal           Datação: 2ª Idade do Ferro           Matéria: Ouro e Prata           Técnica: Repuxado         Origem / Historial: Peças recolhidas no decorrer de escavações arqueológicas efectuadas em Garvão de Junho de 1982 a Dezembro do mesmo ano. Posteriormente ficaram depositadas no IPPAR de Évora. Vieram para o Museu Nacional de Arqueologia em 1989 para integrar a exposição permanente "Portugal das Origens à Época Romana", a título de depósito temporário. Por despacho do Sr. Ministro da Cultura de 10 de Novembro de 1997 passaram a integrar o espólio deste M...

ANTA DO MONTE PRIOR

Imagem
                    As fotografias da Anta do Monte Prior, no lugar do Saraiva da Freguesia de Ourique que se apresentam, foram tiradas em 1995. Desde então, sem qualquer tipo de protecção, o cenário alterou-se e tanto o carrego de algumas pedras para obras, como o uso de charruas cada vez mais fundas e mais perto deste monumento, tem provocado danos irremediáveis e impossíveis de recuperar.           Infelizmente este estado de degradação não se limita somente a este monumento, os restantes monumentos megalíticos do concelho de Ourique, encontram-se igualmente em estado de abandono.             O Circuito Arqueológico do Castro da Cola, lançou, durante algum tempo, uma réstia de esperança para o estudo e divulgação do património pré-histórico da região, contudo mais uma vez não se observou o empenho e determinação dos responsáveis locais, pela prossecução deste roteiro e acabou inevitavelmente por seguir o caminho dos restantes monumentos.               Fica aqui para a memória local,...

AÇORDA

          Quem é que não gosta de Açorda?           Alentejana, claro.           Com pão de trigo. Como é óbvio!            Porque o pão alentejano já está abastardado.           Já com uns diazitos. Mas nada de paposecos ou pão de Mafra.          E, com água do poço, fria, fresquinha, pesada com sabor ferrenho.            Porque a da torneira sabe a cloro, a mofo e, e, e ...!            Com azeite puro, do lagar, esverdeado, daqueles que teimosamente não escorre da garrafa.            Porque o da loja está filtrado e parece óleo.            Ah… e alhos da horta pisados, nada de espremedor de alhos ou de alhos secos em pó que vêm em canudos de plástico e é só borrifar.             E, claro os coentros (não se enganem e ponham salsa), tal como os alhinhos, da horta, criados também com água do poço, de preferência ferrenha.              E se não for pedir demais, os ovinhos, um para cada freguês se houver, se não houver esmaga-se um e provam o caldinho, também de galinha criada no campo ...