Descobrindo e Desenvolvendo Garvão - Contribuições
Este Blog visa promover a divulgação do Património
Histórico e Arqueológico da vila de Garvão.
E contribuir para o diálogo sobre propostas e soluções de desenvolvimento para a vila.
Este Blog visa promover a divulgação do Património
Histórico e Arqueológico da vila de Garvão.
E contribuir para o diálogo sobre propostas e soluções de desenvolvimento para a vila.
Estive a dar uma olhada no site sobre Garvão.
ResponderEliminarAntes de mais quero dar os parabéns pela forma apaixonada como falas da terra.
Se eu não conhecesse e lesse o site, ficaria com vontade de lá ir.
Li apenas algumas partes, coloquei nos favoritos e irei ter, com certeza, o prazer de ir descobrindo mais.
Do que li há coisas que não entendo:
Onde é a Casa da Câmara com brasão?
Onde está o que resta do pelourinho? rente à Junta de Freguesia?
Qual a origem do nome "Aranni" o que quer dizer?
Há peças que se encontram nos serviços de arqueologia oficiais. Que serviços? Onde? Estão identificadas com a origem- Garvão?
Castelo e os Tuneis- Será que as casas situadas no castelo têm tuneis escondidos?
Onde é o sulco do furadouro? (explica como se eu fosse ....)
Ligações à Maçonaria- Interessa-me muito este tema. Há mais informação disponível?
RESPOSTA:
ResponderEliminarÉ sempre agradável encontrar alguém que goste de saber e de contribuir com alguma informação sobre Garvão .
A Casa da Câmara com brasão, fica situada onde é a junta de freguesia e o brasão está precisamente por cima, eram os antigos paços do concelho de Garvão , com duas freguesias, Garvão e Santa Luzia.
O que resta do pelourinho, está guardado no meu quintal, e segundo informação do Sr Chico Vilhena que já faleceu, o pelourinho ficava situado no largo da Junta de Freguesia.
A origem do nome Aranni ", é presumivelmente romana, agora o porquê de Aranni "? para além daquilo que está no livro, Garvão Herança Histórica" ou no site www.garvao.net ainda existe muito pouca informação disponível, mas estou confiante que vai aparecer mais interpretações sobre o nome Aranni " e até sobre a origem do nome Garvão ".
Está a parecer uma nova geração de Garvanenses que se preocupam, fazem as suas próprias investigações e contribuem não só para a valorização da vila, mas também sobre as raízes históricas.
As peças que me refiro e que se encontram nos serviços de arqueologia oficiais, são as peças que foram retiradas principalmente do Depósito Votivo, e que são milhares, as quais o actual presidente da Câmara, Pedro do Carmo, conseguiu fazer voltar para Ourique e possivelmente para um museu em Garvão .
Pois ... Castelo e os Túneis , Castelo havia de certeza, pela tradição local, que continua a chamar castelo a uma parte da povoação e pela pesquisa arqueológica que já descobriu muralhas e identificou o castelo.
Obviamente que um castelo não é só composto por muralhas defensivas, havia outros cuidados a ter na salvaguarda da população que lá se refugiava, nomeadamente necessidades de água e alimentação, e condições de fuga para os líderes, a construção de túneis era uma parte importante no sistema de defesa dessa comunidade, e aqui mais uma vez a tradição oral aponta para a existência de túneis , não só no topo do castelo, onde caiu um burro para dentro de um buraco, e diz que quem lá se aventurou que aquilo não tinha fim, como também nas encostas do castelo, por isso é bem provável que haja túneis escondidos.
Então e o Furadouro?
ResponderEliminarO Furadouro é uma particularidade de Garvão.
ResponderEliminarTrata-se de uma abertura entre duas vertentes íngremes cuja feitoria possibilitou o aproveitamento das pedras para a construção do Castelo e do primitivo núcleo urbano de Garvão assim como a criação de condições propicias a uma melhor defesa, pois quanto mais pedras se tiravam mais o fosso se aprofundava e melhor permitia a passagem de pessoas e carroças de um lado para o outro, evitando assim as ladeiras íngremes do Castelo
ResponderEliminarFEIRA DE GARVÃO
Assistiu-se no site da Câmara Municipal de Ourique à realização de um inquérito sobre a mudança da data da Feira de Garvão para um fim de semana, e os resultados são os que se seguem:
Detalhe do Inquérito
Concorda que a Feira de Garvão deve manter-se com datas fixas?
Concordo 116 votos 26%
Não Concordo 329 votos 74%
Qualquer decisão que venha a ser tomada nesse sentido, a da alteração, ou não, da data da feira para um fim de semana, deve pautar-se por decisões suportadas pelos respectivos estudos.
Mudar a data da Feira para um fim de semana, na esperança que vá melhorar, é errado, ainda em 2007, coincidiu com um fim de semana e assistiu-se a menos feirantes e visitantes, os feirantes foram para outros mercados que se realizam nesses fim de semana e onde há possibilidades de mais comércio.
A pergunta não deve ser sobre a eventual mudança da data da feira, como se já houvesse estudos a suportar essa ideia.
A questão é: Qual a melhor maneira de valorizar-mos a feira de Garvão ?
Apostar na componente tradicional?
Só o facto de ser genuína merece se conservada.
Onde é que está o património etnográfico, artesanal, gastronómico e cultural da Feira de Garvão ?
No consumo massificado da música pimba Lisboeta?
Ou nas sempre iguais gaiolas superbock ?
Parabéns pela iniciativa, vou seguir.
ResponderEliminarSó mais uma coisa, fui mesmo agora ao site da CMO para ver se conseguia consultar a programação da nossa feira e encontrei isto:
ResponderEliminarhttp://www.cm-ourique.pt/inqueritos/vote/id/20/
"Considera relevante o regresso das peças do Depósito Votivo de Garvão a Ourique?"
A Ourique??? Mas regresso a Ourique? Então se é património de Garvão vai para Ourique?
PEÇAS DO DEPÓSITO VOTIVO EM OURIQUE
ResponderEliminarInfelizmente continuamos a estar divididos em freguesias e concelhos, e infelizmente, também, Ourique como sede do concelho e do executivo camarário tem predominância sobre as outras freguesias, não devia ser assim mas é.
Contudo trazer as peças para Ourique, não é assim tão mau de todo, e acredito que o actual presidente, Pedro do Carmo, ao traze-las para o concelho lhes dará um destino melhor do que aquele onde estavam armazenadas.
No seguimento das escavações arqueológicas no Depósito Votivo, as milhares de peças foram levadas para Évora, de Évora foram para Lisboa e de Lisboa foram para Conimbriga onde as prateleiras desabaram e partiram uma enorme quantidade de peças, esta situação foi denunciada ao presidente da Câmara, Pedro do Carmo, e no seguimento desta informação, ou não, as peças vieram para a Ourique
As peças em Ourique já é um primeiro passo para aquilo que o autor deste blog e outras pessoas em Garvão têm vindo a defender nas últimas décadas, que é:
- Trazer as peças para Garvão
- Fazer um Museu em Garvão
- Organizar um espaço em Garvão onde estas peças possam ser recuperadas, tratadas, estudadas e divulgadas, formando assim pessoas de Garvão para o seu tratamento e criando postos de trabalho nesta vila.
ResponderEliminarE onde é que seria esse Museu?
Maria Guerreira
(Mensagem recebida por email)
DESENVOLVER GARVÃO
ResponderEliminarA Localização do Museu insere-se numa conjuntura e postura mais vasta para Garvão , em que a preocupação principal não é criar um Museu/depósito de peças arqueológicas, mas sim inserido numa dinâmica de desenvolvimento e criação de postos de trabalho para os jovens de Garvão e fixação dos casais jovens à terra.
É o Museu Arqueológico, composto por Museu e tratamento de peças arqueológicas, criando vários postos de trabalho.
É também o Museu Etnográfico, no qual já existe nas mãos de particulares várias peças para serem doadas para o Museu e criando, também, um espaço para a formação de pessoas na recuperação das alfaias e objectos antigos.
É a criação e circuitos culturais, arqueológicos, etnológicos, ambientais relacionados com a flora e fauna local.
É a continuação das pesquisas arqueológicas e a recuperação do património degradado, castelo, Cemitério Velho, Franciscos etc etc etc .
É todo um trabalho a ser iniciado tomando como exemplo outras terras em que a cultura e o património desenvolveram uma acção decisiva no desenvolvimento local, de que Mértola é um exemplo.
Historia, cultura... é sempre bom sabermos que ainda existem alguns que acreditam e lutam por dar a conhecer um pouco do que somos e de onde viemos...
ResponderEliminarGarvão tem origens remotas, nobre e guerreira subreviveu ao longo dos séculos... a questão essencial é, mais do que falarmos do passado sabermos o que está reservado para o futuro desta povoação e suas gentes?!
Confesso que os tão falados tuneis por debaixo das casas na zona do forte ou castelo sempre me fascinaram e sempre sonhei poder um dia andar e explorar os mesmo (tipo indiana Jones) mas passados tantos anos acredito que não vá mesmo passar de um sonho... infelizmente .
As peças arqueologicas estarem de volta é uma grande noticia... positiva, cloaro que sendo um verdadeiro filho da terra o meu desejo é que as mesmaspodesse ser expostas num museo na villa de Garvão, uma vez que as mesmas em nada têm a ver com a historia de Ourique, Ourique é Ourique e tem a sua famosa "batalha"... esperemos que o bom senso prevaleça e que os politicos usem a sua inteligencia (se têm alguma) e que os "ilustres" se deixem de jogos e politiquices... Concelho de Ourique não é Ourique apenas e embora o poder administrativo esteja lá a democracia é de todos e não apenas de alguns...
Mais do que politicas, que me deixam enjoado... acho que tudo o que possa engrandecer esta vila vale o sacrificio, mas acredito que a unica forma de tal acontecer é apostar no futuro, no desenvolvimento... Garvão é como que estivesse parada no tempo e no espaço e apenas actitudes radicais podem mudar o rumo da historia.
Apostar no turismo é fudamental, Garvão está a pouco mais de uma hora de Faro, apenas a 30 minutos da costa Atlantica, pouco mais de duas horas de Lisboa... sem esquecer o novo aeroporto de Beja que é praticamente uma realidade e que se espera que venha a ser um polo de desenvolvimento e uma linha de caminho de ferro que está para ser explorada... A barragem do monte da rocha é um potencial... um diamante que está a espera de ser descoberto, o eco-turismo é uma aposta segura, viável, uma saida para o desemprego e uma aposta para as futuras gerações.
Onde estão as iniciativas privadas e politicas para que o desenvolvimento deixe de ser uma miragem e passe a ser uma realidade?
O desenvolvimento e o progresso apenas acontece porque ha quem trabalhe, para os idealistas ou sonhadores tudo isso nao passa de um sonho.
Apenas quero dizer dou o meu total apoio e valorizo aqueles que acreditam que é possivel mudar e melhorar... embora nao esteja a residir em Garvão, continuo ligado e a considerar-me um filho da terra... um bem haja a todos os que acreditam, Garvao ainda tem muito para oferecer.
Para esse desenvolvimento era necessário o investimento privado, e para tal é necessário atrai lo, o que nesta altura é complicado. É a crise... Mas é durante estes períodos económicos e nascem as grandes oportunidades de negócio.
ResponderEliminarO poder político era necessário para poder desenvolver um plano que atraia o investidor e esse para Garvão tardará em chegar até porque é difícil. A criação de um projecto que desenvolvesse o património cultural de Garvão seria uma grande passo para todo o outro desenvolvimento.
Pois é caro conterrâneo, segundo as suas palavras "A criação de um projecto que desenvolvesse o património cultural de Garvão seria uma grande passo para todo o outro desenvolvimento".
ResponderEliminarÉ precisamente isso, é preciso começar por qualquer lado e sem dúvida desenvolver o que temos é o primeiro passo, se outras terras desenvolveram esquemas de desenvolvimento local e criação de postos de trabalho com base no património cultural, com certeza nós também podemos desenvolver o nosso.
O investimento público e subsidiado poderia ser o incentivo inicial , e existe subsídios a nível da Comunidade Europeia para a investigação histórica e arqueológica, para a manutenção das Feiras Tradicionais, da manutenção das raças de Vacas Autóctones, para a florestação etc etc etc.
Olá Jorge
ResponderEliminarBem vindo
Vai mandando notícias aí da Escócia
Acha que se podia criar postos de trabalho com as Vacas Garvanesas?
ResponderEliminarEsta variedade de vacas porta o nome de Garvão
ResponderEliminarSeria, sem dúvida, uma mais valia para a freguesia ter um pequeno núcleo destas vacas.
Só por curiosidade desde que o site www.garvao.net foi publicado na internet, vários têm sido os emails, não só de Portugal, mas também da Hungria e Inglaterra a inquirirem sobre estas vacas.
Ora isto significa visitantes e consequentemente a divulgação de Garvão .
Acho que com esforço e um bom planeamento a Junta de Freguesia poderia manter um núcleo de vacas Garvanesas .
O antigo baldio da Sardoa ainda tem muito terreno subaproveitado onde podiam estar.
Para pagar aos tratadores existem subsídios que poderiam ser canalizados para pagamento de ordenados e forragens.
Devia-se dar preferência a jovens da terra que se comprometessem a tirar um curso superior relacionado com a valorização destas vacas.
DESPACHO NORMATIVO N.º 47/2004 DR n.º 277, I-B Série, de 2004.11.25, Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas
Neste contexto, em 2004, através do Despacho Normativo n.º 11/2004, de 9 de Fevereiro, publicado no Diário da República, 1.ª série-B , de 3 de Março de 2004, foram disponibilizados 25000 direitos para suprir o défice de direitos dos efectivos autóctones existentes, considerados estes que são como um instrumento essencial para a preservação do património genético nacional e para o desenvolvimento da pecuária extensiva.
VACAS ALEITANTES - Continente
Prémio base 200,00 animal
Prémio complementar 30,19 animal
Pagam. complementar (Raças Mertolenga e Alentejana) 103,00 animal
Esta variedade de vacas porta o nome de Garvão
ResponderEliminarSeria, sem dúvida, uma mais valia para a freguesia ter um pequeno núcleo destas vacas.
Só por curiosidade desde que o site www.garvao.net foi publicado na internet, vários têm sido os emails, não só de Portugal, mas também da Hungria e Inglaterra a inquirirem sobre estas vacas.
Ora isto significa visitantes e consequentemente a divulgação de Garvão .
Acho que com esforço e um bom planeamento a Junta de Freguesia poderia manter um núcleo de vacas Garvanesas .
O antigo baldio da Sardoa ainda tem muito terreno subaproveitado onde podiam estar.
Para pagar aos tratadores existem subsídios que poderiam ser canalizados para pagamento de ordenados e forragens.
Devia-se dar preferência a jovens da terra que se comprometessem a tirar um curso superior relacionado com a valorização destas vacas.
DESPACHO NORMATIVO N.º 47/2004 DR n.º 277, I-B Série, de 2004.11.25, Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas
Neste contexto, em 2004, através do Despacho Normativo n.º 11/2004, de 9 de Fevereiro, publicado no Diário da República, 1.ª série-B , de 3 de Março de 2004, foram disponibilizados 25000 direitos para suprir o défice de direitos dos efectivos autóctones existentes, considerados estes que são como um instrumento essencial para a preservação do património genético nacional e para o desenvolvimento da pecuária extensiva.
VACAS ALEITANTES - Continente
Prémio base 200,00 animal
Prémio complementar 30,19 animal
Pagam. complementar (Raças Mertolenga e Alentejana) 103,00 animal
ResponderEliminarNão sei.
Não sei o que é que Garvão tem que parece que as coisas não andam, quando aparece alguém a fazer alguma coisa, é sempre o bota abaixo, parece que têm todos inveja uns dos outros, você fez o livro, o jornal, o livro de fotos antigas, escavações arqueológicas, recuperou a dança e por aí a fora, outros fazem a festas, outros fazem o futebol, outros querem fazer uma coisa para tratar dos velhotes, todos punem pela terra e afinal dão-se todos mal, acho que a culpa é dos presidentes de junta que temos tido, não concorda comigo?
O problema não é dos presidentes de Junta, mas da maneira como o sistema administrativo está organizado
ResponderEliminarA limitação de competências dos presidentes das Juntas de Freguesia, a falta de recursos financeiros e a dependência da boa vontade do executivo Camarário castra qualquer iniciativa ou boa vontade que um presidente de Freguesia possa ter.
As sedes dos Concelhos, que também são Freguesias, beneficiam de uma forma desproporcionada dos investimentos públicos em relação ao resto das freguesias do mesmo concelho.
Os presidentes de Freguesia que temos tido são o fruto possível deste sistema que limita os poderes das Juntas de Freguesia e não permite, por um lado, aproveitar os benefícios disponíveis ou candidatar-se aos subsídios como a Câmara ou em pé de igualdade, e por outro lado, esta limitação dos poderes da Junta de Freguesia e do presidente, desmotiva qualquer vontade de candidatura de pessoas mais habilitadas, como não se vê para a Câmara Municipal.
As limitações em termos de competência e financeiras dos vários Presidentes da Junta de Freguesia, não justificam a inoperância de alguns em contraste com o dinamismo doutros que independentemente da idade têm dado provas nestes últimos anos de uma certa visão e vontade de trabalhar. E é esta diferença de vontades e de personalidades que coloca nas mãos dos eleitores a responsabilidade, direi mais a obrigação, de eleger um presidente de Junta responsável e competente.
A solução está na educação, a ignorância nunca foi boa conselheira, é preciso apoiar os jovens da terra que sem recursos financeiros param os estudos no fim da escolaridade obrigatória ou no 12º ano, quase a entrar para a faculdade, e este quase, para ser ultrapassado, por vezes basta um pequeno apoio, e este apoio podia muito bem vir da Junta de Freguesia, se o Presidente, o Secretário e o Tesoureiro, prescindissem dos seus ordenados em prol de bolsas de estudo para os jovens da nossa terra, no tempo do Sr Celestino nenhum dos eleitos recebia qualquer remuneração da Junta de Freguesia.
ResponderEliminarPois é, isso é tudo muito bonito!
Tirar o dinheiro dos que estão na Junta para dar bolsas de estudo a quem precisa.
MAS ... quem é que está disposto a isso?
Já ninguém quer fazer sacrifícios desses, já ninguem tem amor pela terra, é só interesses, ou financeiros ou políticos, alguns até se vendem por um petisco.
Você era capaz disso?
Não se está a preparar para se candidatar a presidente de Junta pois não?
ResponderEliminarNão, caro conterrâneo, não me estou a preparar para me candidatar a Presidente da Junta de Freguesia.
Contribuir para desenvolver Garvão pode tomar vários aspectos, conforme as vontades dos nossos conterrâneos, uns, certamente, terão mais aptidão para umas coisas, outros terão aptidão para outras. Todos contribuem para desenvolver Garvão conforme a sua vontade.
Uns verão no cargo de presidente da Junta de Freguesia um objectivo para expressarem a sua vontade de trabalhar e ajudar Garvão . Se merecerem só temos que os apoiar.
Outros, no qual me incluo, prescindem desse cargo, porque idealizaram outras formas de contribuir para Garvão , sem ser através do cargo de presidente da Junta de Freguesia.
É preferível deixar o espaço para outro, mas Garvão precisa de um presidente de mente aberta, que queira trabalhar para Garvão e tenha o mínimo de consciência das necessidades da terra e vontade de embarcar um projecto de desenvolvimento local.
ResponderEliminarMas ainda sobre as peças do Depósito Votivo que foram para Ourique.
As peças são para ficarem lá, ou vêem para Garvão ?
Não te jeito nenhum as peças ficarem em Ourique, é por causa disso que as freguesias vão ficando cada vês mais pobres, e as sedes dos concelhos ficam cada vês mas ricas às custas das freguesias.
Mas afinal o que é que podemos fazer para as peças virem para Garvão ?
Por onde é que temos de começar para termos um museu em Garvão ?
Chega de conversas e de perder tempo, vamos meter mãos à obra e de uma vês para todas vamos fazer uma coisa de cada vês , POR ONDE É QUE PODEMOS COMEÇAR PARA TERMOS UM MUSEU?
Desenvolvimento e progresso são factores de estabelidade de uma determinada população.
ResponderEliminarAntes de mais e embora este seja um blog sobre Garvao mas as comparações têm de ser feitas para podermos ter uma noção real e verdadeira... nem tudo sao pontos negativos mas... estive á poucos dias em Garvão, tive oportunidade de visitar algumas freguesias e alguns lugares do concelho de Ourique.
Santa Luzia, deixou-me supreendido pela positiva, ao que parece ainda existe alguma união e dinamismo empresarial e social, Panoias infelizmente continua na mesma, onde o tempo parou e a freguesia pouco mais oferece do que uma aldeia dormitorio onde o tempo e o espaço parou... Garvão poucas ou nenhumas melhoras... a feira de Garvão, se é que lhe podemos chamar feira, se compararmos por exemplo com o mercado das Abrunheiras este consegue ser maior (e realiza-se uma vez por mês)... mas enfim a exposição agro-pecuaria em nada ou praticamente nada mudou desde a sua primeira edição... bem na realidade mudou uma vez que a mesma tinha sido criada para divulgação dos potenciais econimicos e culturais da freguesia mas agora nao passa de um ponto de marketing da camara municipal de Ourique, onde cultura é coisa que nao existe e tudo se resume a Tascas e musica (com pancadaria a mistura), exposição de animais tourada (onde os lucros vao e sao em prol de ??) ...
Confesso que fiquei triste... fiz parte da organização das duas primeiras edições mas nao me revejo neste modelo e acredito que a população de Garvão também não.
Muito se fala de descentralização mas temos de ser realistas e ver o que nos rodeia, as devisões partidarias, sociais e culturais sao um facto... mais do que ser presidente de uma junta e o respectivo ordenado o status que daí resulta é muito mais importante do que tudo o resto.
Eu acredito que a mudança possa ser feita, apostanto numa verdadeira descentralização, na educação e na implementação de projectos inovadores e que fumentem o desenvolvimento integrado e sustentado.
A barragem da Rocha seria um bom ponto de partida mas descobri que um parque de campismo foi construido sem que a população fosse ouvida... o mesmo vai obrigar a quem quer que seja que pretenda ficar na Barragem a ter que ficar no local restrito pagando 5 ou 10 euros, mas tudos os turistas com quem conversei e inclusive a população da Chada velha e no Café da Barragem dizem o mesmo... os estrangeiros nao querem ficar num sitio restrito e que mais parece uma central electrica tantos que sãos os postes de iluminação.
A saude é outro ponto, embora nao seja responsabilidade exclusiva da autarquia mas soube que pessoas morrem for falta de assistencia e pelo que ouvi ainda á uns dias atrás aconteceu, em que alguem morreu esperando por uma ambulancia levou mais do que 2 horas para vir de Ourique e quando nao se morre por falta de assistencia morre-se por discriminação de acordo com o estatuto social, politico e cultural... este tipo de situações nao deveria ser aceite nos dias que correm mas no entanto os resultados reflectem-se nas eleições, prova de que tudo nao passa de um jogo de interesses.
Nao acuso, apenas tiro as minhas conclusões... posso ser mal interpretado mas está á nossa frente e só não vê quem não quer... poderia perguntar que actividades existem para preencher os tempos livres dos jovens? Que está a ser feito para criar laços e reforçar a imagem culturar e social da População de Garvão? Que saidas profissionais ou que cursos estão a ser desenvolvidos para “prender” os jovens á terra? A resposta para aqueles que acreditam nas historias da carochinha... NADA!!!
ResponderEliminarCaro Rui Oliveira.
Lamento informá-lo, mas algumas passagens do seu comentário tiveram de ser cortadas, os objectivos desde Blog estão bem identificadas, e não se percebe em que é que este tipo de afirmações contribui para esse objectivo. Agradeço que modere e continue com os seus comentários pois só na partilha de opiniões sensatas poderemos contribui, embora humildemente, para os objectivos propostos.
Rui C. Oliveira a 23 de Maio de 2009 às 16:23
“É sempre a mesma coisa.
… Então a malta da Comissão de Festas, que tanto têm contribuído para Garvão …, … Se temos festas em Garvão podemos agradecer à malta da Comissão de festas e às suas famílias que os ajudam, e fazem aquelas coisas pela Páscoa.
… vamos a apoiar a comissão de festas para que não desanimem continuem.”
ResponderEliminarEntão o desenvolvimento faz-se conforme se pode, aquilo lá na Sardoa vai tomando jeito, já abriram as valas e já puseram a primeira pedra, a gente sabe que é tempo de eleições e tudo se faz para ganharem votos, eu não vi o primeiro ministro, mas se é preciso coisas para inaugurarem em tempo de eleições, pois então Deus lhes dê muita saúde e que daqui a quatro anos se lembrem de nós outra vês.
Maria Guerreira
Você no outro dia cortou parte do meu comentário.
ResponderEliminarTá mal.
Se não quer que as pessoas comentem para que é que tem este Blog?
Olhe, mas eu vou-lhe dizer uma coisa, até compreendo, a gente deve unir-se e punir pela terra, mas não deixa de ser engraçado o que a Maria Guerreira, (alguém sabe quem é?) disse.
A gente sabe que é preciso obras para os políticos inaugurarem, e que os políticos são mesmo assim, então porque é que nos havemos de admirar! Vamos é aproveitar o facto deles quererem inaugurações para puxar-mos coisas para Garvão, mas vejam lá as coisas andavam tão calados e de repente, pimba, temos a obra em campanha eleitoral, toma lá que já ganhastes.
Estive ai em Garvão este fim-de-semana, é pá o moço do Romão bebe que se farta, andava sempre bêbado, belo moço.
Amigo Jorge
ResponderEliminarEspero que me desculpes mas gostaria que este blog não se envolvesse em política, ou criticas pessoais.
Compreendo o teu desabafo e a tua frustração, mas acredita não estás sozinho, ninguém é senhor da razão e onde há duas cabeças há duas opiniões, mas é tão lamentável assistir ao que se passa na nossa terra onde os petiscos, os compadrios e os interesses pessoais e políticos se sobrepõem aos verdadeiros interesses do desenvolvimento desta vila, lembra-te Jorge, vai já para 15 anos que ando a bater na mesma tecla, e parece que ninguém houve.
Vou publicar agora mesmo um novo Post, sobre o Cemitério Velho, para teres uma ideia do que falo.
Vou só cortar umas frases, espero que não leves a mal e que continues a colaborar, ou se preferires reformula a opinião.
“Eu pergunto-me a mim mesmo como irão ser as proximas eleições, estou curioso de ver se o Sr. …………… vai ganhar... sinceramente adorava que ele ganhasse, nao pelo partido mas para ver alguns ………………… a serem …………… da camera que nao passa de um …………. para os boys de um e outro partido... ehehehe!! Vamos ver.
Espero que o novo centro dai ou cuidados continuados não seja mais uma obra como a que está junto á casa de povo onde foram enterrados milhares de euros e para quê?! Nao passa de um casão.”
Cumprimentos
Jorge Soares a 12 de Junho de 2009 às 16:41
As minhas desculpas, realmente não deveria ter feito comentarios de natureza politica... uma vez que em nada contribuem para o avivar de ideias que possam contribuir para o bom nome e progresso de Garvão...
ResponderEliminarHigh five!
ResponderEliminarCom que então hi 5,
ResponderEliminarpois bem aí vai Hi six.
Caro J. Pereia
ResponderEliminarO Furadouro existente em Garvão , não foi mais que um desvio da Estrada Real do centro da povoação, evitando a passagem de gados e restante transito, que a atravessava com grande frequência na medida em que era a principal via que ligava Lisboa e Évora ao Algarve. Quando foi feito esse desvio do centro da Vila de Garvão também o foi feito na Vila de Panóias, cuja estrada também foi desviada do porto da Crata para o porto dos Adôbos . Assim a Estrada Real foi desviada em Garvão com a abertura do Furadouro e da construção da Ponte, (que anteriormente era de madeira) deixou de passar pelo porto da Crata e pela Vila de Panóias. e passou a seguir pela margem esquerda da Ribeira até atravessar o porto dos Adôbos, indo depois entroncar na Estrada Real nas proximidades da Herdade do Reguengo na freguesia de Panóias. Com esta alteração do traçado da Estrada Real no início do século XIX deixou o trânsito de atravessar as ruas das vilas de Garvão e Panóias, aspiração há muito tempo reivindicada pelas populações das mesmas.
J. Ferreira
Caro J. Ferreira
ResponderEliminarObrigado pelo seu comentário, e por contribuir com esta preciosa informação sobre o Furadouro e a Estrada Real. Gostaria, em nome do Jornal de Garvão , de o convidar a desenvolver este tema sobre a Estrada Real, principalmente no percurso Garvão /Panoias e o furadouro para publicar no próximo Jornal.
Cumprimentos