terça-feira, 25 de junho de 2019

GARVÃO no QUADRO da RECONQUISTA CRISTÃ

O CASTELO de GARVÃO na LINHA de

DEFESA do ALTO-SADO MUÇULMANO


          A inexistência de documentação Medieval coeva que permita traçar uma cronologia dos acontecimentos relacionados com a reconquista do actual território português aos Muçulmanos, não permite apontar uma data precisa para a tomada territorial da área de Garvão.
          Desconhece-se igualmente se essa “tomada” foi pacífica ou bélica: se de conquista militar ou de fuga do exército muçulmano; se de pacto ou de rendição; se de abandono ou de ocupação pacífica.
          A fronteira, nestes tempos de reconquista, caracterizava-se por avanços e recuos. Se com D. Afonso Henriques se assistiu à conquista de territórios, Alcácer em 1160 e depois quase todo o Alentejo, posteriormente todo esse território seria recuperado pelos muçulmanos, pouco antes de D. Afonso morrer em 1185.
          Podemos assim aferir que a posse das terras alentejanas, desde as conquistas de D. Afonso Henriques, até à reconquista definitiva, oscilou várias vezes entre a posse muçulmana e cristã, nomeadamente Beja, inicialmente conquistada por D. Afonso Henriques em 1159, será abandonada quatro meses mais tarde, sendo novamente reconquistada em Dezembro de 1162. A ofensiva muçulmana dos Almóadas a partir de 1191, fez recuar novamente a fronteira até ao Tejo, ficando unicamente Évora nas mãos dos cristãos, Beja teria retornado definitivamente à posse cristã entre 1232 e 1234, no seguimento da derrota dos Almóadas em Navas de Tolosa no ano de 1212.
          A vitória cristã de Navas de Tolosa, marcou a fragilidade Almóada e permitiu aos reis cristãos da Península, relançarem a conquista territorial para Sul. A ofensiva cristã que se seguiu, permitiu a reconquista das terras perdidas além-Tejo e que marcava a fronteira até Évora.


Após uma conquista de al-Qaṣr em 1217, recuperação do sistema defensivo da cidade e atribuição de novo Foral em 1218, por D. Afonso II, parece-nos coerente que nos dois anos seguintes se terá processado a ocupação do espaço rural envolvente. De forma a manter coerente o termo Alcacerense, impedindo um provável avanço dos Cavaleiros de Évora num território que os Espatários consideravam como seu, terá sido efectuado um derradeiro esforço para conquistar o castelo do Torrão.
O natural défice em recursos humanos e económicos sentidos pela Ordem de Santiago na sua sede em Alcácer, terão forçado a Ordem a parar a ofensiva militar, de forma a canalizar os seus recursos para a ocupação da zona Norte da Bacia do Sado.
De 1220 a 1235 a fronteira estabiliza-se numa linha que passa a sul de Alcácer e do Torrão, frente a um Alto Sado Muçulmano defendido a partir dos castelos de Garvão, Messejana, Aljustrel e Beja. 1


         Depois da conquista de Alcácer e do período de consolidação territorial que se seguiu, em torno desta terra, a reconquista retoma com a tomada de Moura em 1232, Beja em 1232/1234, Aljustrel em 1234, Messejana em 1235 e Mértola em 1238 entre outras terras tomadas aos muçulmanos.
         A conquista total do Alentejo é tida em 1238, sendo de assumir que a conquista do termo de Garvão se situará antes de 1238 e posterior a 1235 depois das conquistas de Aljustrel e Messejana. O castelo de Garvão, na linha muçulmana de defesa do Alto-Sado, como António Rafael Carvalho aponta, terá feito desta praça, um dos objectivos da conquista dos cavaleiros espatários e como se afirmou anteriormente, a falta de documentação credível, não permite uma avaliação sobre a posse deste castelo, se pacífica ou bélica.


1 - António Rafael Carvalho, A Muṣalla do Ḥiṣn Ṭurruš/Torrão: Uma leitura arquitectónica. Alcácer do Sal/Torrão: Município de Alcácer do Sal, 2008, pág. 69.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

EXTINÇÃO do CONCELHO de GARVÃO



Decreto de 6 de Novembro de 1836

           A reforma administrativa de Passos Manuel, com a publicação do decreto de 6 de novembro de 1836, extinguiu o concelho de Garvão e 498 concelhos em Portugal continental.

          Ao contrário da criação dos distritos, (uma criação do Liberalismo, sem qualquer antecedente histórico)1 que pouca polémica levantou, o decreto de 6 de Novembro de 1836, gerou uma onda de protestos nos vários concelhos do país.
          Segundo Marino Miguel Franzini, presidente da Comissão da Estatística e Cadastro do Reino, em 1837, referindo-se a esse descontentamento e às queixas, muitas das quais considerava injustas, […] procedem das vistas particulares dos indivíduos interessados na conservação e governança de seus pequenos ou grandes concelhos, os quais excitam os povos à desobediência. Nem um só dos pequenos Concelhos quer descer da sua categoria e os grandes fazem toda a resistência para cederem alguma freguesia aos contíguos mais diminutos.
          A resistência das elites locais, que viam os seus interesses extintos, terá pesado fortemente na agitação popular à nova lei, mas a contestação geral mobilizava agora argumentos que são um testemunho da consciência destas pequenas comunidades.
          Esta vaga de protestos distingue-se por um nítido aumento da violência, […] por parte das populações reclamantes, chegando a atingir-se situações de insurreição de freguesias inteiras, que se recusam a reconhecer as autoridades dos novos concelhos a que são anexadas.2 
          O país foi assim dividido em distritos, concelhos e freguesias, sendo os distritos dirigidos por um administrador-geral, os concelhos por um administrador e as freguesias por um regedor. Os orgãos colegiais eram, respetivamente, a junta administrativa, a câmara municipal e a junta da paróquia.


1 - A sua origem remonta ao mapa das comarcas apresentado em 1827 à Câmara do Deputados pela comissão de divisão do território. A inspiração francesa do projecto é confessada pela própria comissão, mas os critérios em que se baseou, já estavam subjacentes na reforma das comarcas que a coroa portuguesa desencadeou em 1790.
2 - António Pedro Manique. Mouzinho da Silveira. Liberalismo e Administração Pública, Lisboa, Livros Horizonte, 1989, p. 158.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

DEPÓSITO VOTIVO – Maio de 2019



Muro Desaba Para Dentro Do Depósito Votivo

          Uma secção do muro que protege as intervenções arqueológicas neste local, desabou para dentro do próprio recinto, cobrindo parte das valas e vestigios arqueológicos que lá se encontravam.
          Recorde-se que a descoberta do Depósito Votivo em Garvão, no seguimento da abertura de valas para o saneamento público da vila, em Maio de 1982, mereceu a intervenção de reputados arqueólogos, nomeadamente Caetano Mello Beirão, Mário e Rosa Varela Gomes, Carlos Tavares da Silva e Joaquina Soares e amplamente difundido pelos orgãos de comunicação social da altura, com a descoberta de milhares de peças em metal e cerâmica que se encontram no Centro de Arqueologia Caetano Mello Beirão em Ourique.
           Esta descoberta poderia ter catapultado a intervenção arqueológica e a investigação histórica de Garvão para outros patamares, com criação de empregos, núcleos museulógicos e toda uma dinâmica económica que se repercutaria na demografia da terra.
          Tal não veio a acontecer e a diminuição da população de Garvão que se tem vindo a sentir nas últimas décadas, não pode deixar de estar relacionada com o não aproveitamento destas oportunidades, ou de outros incentivos capazes de travar o despovoamento progressivo da vila que, infelizmente, a Fábrica de Enchidos e a Unidade de Cuidados Continuados, construídos nos últimos dez anos, criando dezenas de empregos, não travou.
          Contudo, não será a intervenção arqueológica e a investigação histórica na vila de Garvão que irá, por si só, inverter esta tendência populacional, mas poderá, à sua medida, contribuir, aliada com outras iniciativas, para travar a desertificação que actualmente se mantém.
Em 1950, Garvão tinha 2282 Habitantes.
Em 1960, 1821 Habitantes.
Em 1970, 1167 Habitantes.
Em 1981, 1213 Habitantes.
Em 1991, 938 Habitantes.
Em 2001, 851 Habitantes.
Em 2011, 730 Habitantes.
          Prevê-se iguamente uma diminuição da população, no próximo recenceamento nacional, a realizar em 2021.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

FEIRA de GARVÃO - A questão da sua antiguidade

E o livro de Virgínia Rau

          Actualmente a menção mais antiga que se conhece sobre a feira de Garvão, aparece no livro da Misericórdia e do Sagrado Espírito Santo de Garvão, onde surge uma petição ao paço, datada de 22 de Maio de 1734, para: lhes ser autorizado cobrarem o terrado aos feirantes para poderem prover para as despesas do hospital que são muitas e não têem rendimentos. Tendo sido autorizado, por D. João V, em 14 de Maio de 1740.
          Esporadicamente surgem notícias, sobre a feira de Garvão, nos livros das ordenações régias, na Torre do Tombo em Lisboa. Uma pesquisa, mais profunda, nesses livros iria trazer novos dados sobre esta feira.
          Contudo a falta de menção, sobre a feira em causa, no livro de Virgínia Rau, As Feiras Medievais Portuguesas, publicado em 1943, mas que continua, ainda hoje, a ser uma obra de referência, no estudo das feiras em Portugal, não implica que a feira de Garvão, não existisse nos tempos medievais.
          O estudo da autora está limitado aos séculos XIII, XIV e meados do século XV e incide essencialmente, sobre as feiras que tiveram cartas de feira régias, como menciona na página 59 da mencionada obra. Daí não mencionar as feiras existentes que não foram agraciadas com a carta de feira, ou que se vieram a constituír depois, como a feira de Castro Verde instituída em 1620.
       De facto, apesar do título bastante generalista, As Feiras Medievais Portuguesas, peca por se limitar às feiras consagradas nesses éditos reais e uma falta de estudo, nas diversas localidades que permitiria avaliar de uma forma mais concisa, os vários eventos mercantis que se realizavam de Norte a Sul do país.
         Não se justifica que no mencionado livro, no Baixo Alentejo, do século XIII ao século XV, só existissem seis feiras, Beja em 1261, Alvito em 1295, Moura em 1302, Borba em 1315, Ourique em 1288, (atribuída dois anos antes da própria carta de foral) e Alcácer em 1439 e no Algarve somente uma em Loulé em 1291.
          O que de facto estas datas indicam, é o ano da atribuição das cartas de feiras pelos monarcas, ignorando, a autora, todo o circuito mercantil que se operava no reino por esta altura, ou que não ponderasse sobre a evolução das normas e devidos eventos mercantis explanados nas cartas foralengas ou, até mesmo, na evolução dos as-souq muçulmanos para os açougues cristãos pós-reconquista.
          Esta interpretação por parte de alguns investigadores, de que não havia feiras em Portugal para além daquelas mencionadas por Virgínia Rau, ou que estas se limitavam às que a autora mencionou, tem induzido em erro a percepção da realidade socio-economica medieval, pelo menos no que se refere a estes concelhos do interior do país, como se alguns dos outros eventos mercantis em Portugal não fossem considerados feiras, ou que alguns dos mercados concelhios, não tivessem evoluido para certames de maiores dimensões.
          A actividade mercantil em Garvão, surge na carta de foral de 1267, tanto na protecção dos mercadores, como no capítulo das portagens a pagar pelos mercadores pelos produtos transacionados, assim como na carta de foral-novo de 1512. A diferença entre mercados e feiras nestes tempos era ténue e não se poderá ignorar a evolução destes primitivos lugares de trocas, nem a evolução histórica que se tem registado tanto nos concelhos, como no país.

         Em 1398 surge uma informação sobre a presença de mercadores algarvios em Garvão.

Garvão era povoação muito frequentada por mercadores algarvios que, em 1398, solicitaram, a D. João I, dispensa de pagarem, indevidamente, duas taxas quando ali se deslocavam.(1) 


          Devido ao valor a pagar pelas cargas de produtos, mencionadas na carta de foral, em dorso de cavalo ou de burro e à escassez da população, para tamanha quantidade de produtos, estes valores teriam de ser diluídos em eventos de grande afluência da população e forasteiros, não compatível com a realização de mercados diários, semanais ou mesmo mensais.
          A falta, na lista destas portagens, de produtos hortícolas ou de primeira necessidade, (trigo ou outros cereais para o pão, vinho, mel, etc), mostra igualmente que estes produtos estariam disponíveis à população numa base mais frequente, diária ou semanal.
          A referida petição, no livro da Misericórdia, de 1734, para a Santa Caza, cobrar o terrado da feira, justificava-se: (...) porque na dita Villa se fazia huma Feira, em aqual quando tivera principio senão puzera as pesoas que a formavão e hião vender suas mercadorias apensão de pagarem cada huma dellas asento, ou terrado como leva uso e costume pagarse nas mais feiras daquella vizinhansa (...) Fólio 3.
          Podemos assim entender que nos anos anteriores a 1734, já se realizava a feira em questão. A menção ao terrado, nesta altura, está em conformidade com o que se seguia no resto do reino, pois nem a autora Virgínia Rau menciona tal na sua obra, nem se encontra registos à cobrança do terrado ou terradego, antes do século XV/XVI, noutras feiras. 
          Assim a menção, aqual quando tivera principio, podemos entender como fundada antes da instituição da cobrança do terrado e a não inclusão no livro de Virgínia Rau, como uma feira à qual não foi atribuído carta de feira.
          Assim como existe registo para a fundação da feira de Castro Verde, (de facto transferida da feira de Santa Bárbara dos Padrões), também, se a feira de Garvão tivesse sido fundada, nesta altura de grande acervo documental, também estaria documentada.
      A actual feira de Garvão, terá evoluido, naturalmente, a partir das actividades mercantis e dos mercados concelhios que as cartas de foral nos dão indicações da sua existência e o que a singulariza, como sobrevivente desses tempos, é a componente pastoril/pecuária que a enforma e lhe dá vida.
        A centralidade geográfica da feira de Garvão no contexto pastoril/transumância do Campo de Ourique e temporal no final do ciclo mais fecundo do pastoreio, terá contribuido fortemente para a afirmação desta feira, senão foi, de facto, o motivo principal de ajuntamento de pastores, negociantes e população em geral.
          Se era na vila de Entradas que estes rebanhos transumantes, desde os séculos anteriores à nacionalidade, vindos das regiões montanhosas a Norte, faziam a entrada nestes pastos a Sul e se era na vila de Messejana que estava instalado o tribunal dos verdes montados para redimir as contendas, era na feira de Garvão, no final do ciclo pastorício que os pastores se reuniam para renovação dos rebanhos e os comerciantes e negociantes se abasteciam de carne.


(1) Rosa Varela Gomes. Silves (Xelb), uma cidade do Gharb Al-Andalus: território e cultura. Lisboa. 2002. P. 160 (nota 7).

domingo, 7 de abril de 2019

UMA FOTO


Uma fotografia que mexe com muitas emoções.

Não se sabe quem é, nem onde foi tirada e muito menos quem retrata, mas tem o poder de nos sensibilizar, de nos captar a atenção, de nos pôr a pensar.

A inocência de uma criança, descalça, a dormir nas pedras frias da rua encostada à mãe.

Uma mãe, meia descalça, aconchegando o bebé ao colo. 

Fotografia sem data. Produzida durante a atividade do Estúdio Mário Novais: 1933-1983. As Juntas de Província foram criadas pela Lei n° 1945 de 21/12/1936 e substituídas pelas Juntas Distritais pelo Decreto-lei n.° 42536, de 28 de Setembro de 1959. Estas instituições, com longa tradição no ordenamento jurídico português, tiveram competências alargadas, embora variáveis ao longo do tempo, nos domínios do ensino, assistência social e obras públicas. CFT003 068419.ic Less Photo by Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian on flickr

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terça-feira, 12 de março de 2019

FAMÍLIA MALVEIRO II

 Bisavô  José Malveiro.jpg  Bisavó MARIA ANTÓNIA PEREIRA.JPG

          As fotos publicadas sobre a FAMÍLIA MALVEIRO em 1 de Junho de 2015, correspondem a José Malveiro e esposa Maria Antónia Pereira.
          Casaram em Garvão, dia 24 de Janeiro de 1885.
          Eram ambos Malveiros, por dois ramos diferentes, descendentes de António Malveiro casado com Leonor Lopes em 04-10-1692.
          António Malveiro e Leonor Lopes foram pais de Manuel Lopes Malveiro e outros.
          Manuel Lopes Malveiro casado com Perpéctua Jorge foram pais de António Malveiro casado com Tereza de Jesus, (ramo de José Malveiro) e de João Lopes Malveiro casado com Joana Guerreiro, (ramo de Maria Antónia Pereira) e outros.

(Ramo de José Malveiro)
          António Malveiro casado com Tereza de Jesus foram pais de Francisco José Malveiro e outros.
          Francisco José Malveiro casado com Joana Tereza foram pais de Maria do Espírito Santo e outros.
          Maria do Espírito Santo casada com João António Guerreiro foram pais de José Malveiro e outros.
          José Malveiro casado com Maria José foram pais de José Malveiro e outros
          José Malveiro casou com Maria Antónia Pereira, (primos em sétimo grau).


(Ramo de Maria Antónia Pereira)

          João Lopes Malveiro casado com Joana Guerreiro foram pais de Úrsula Tereza.
          Úrzula Tereza casada com josé Francisco foram pais de João Malveiro e outro.
          João Malveiro casado com Mariana Pereira foram pais de Mariana Pereira e outros.
          Mariana Pereira casada com António Custódio foram pais de Maria Antónia Pereira e outros.
          Maria Antónia Pereira casou com José Malveiro, (primos em sétimo grau)


                José Malveiro, nasceu a 15-10-1860 e Faleceu ou foi sepultado em 21-3-1940 com 80 anos.

          Maria Antónia Pereira, nasceu a 10/01/1866, e Faleceu em 4-9-1952 com 88 anos. (86 anos)


Foram pais de:
          António Malveiro, (Malveiro III) nasceu 24-2-1886. Faleceu em 6-8-1955. Casou com Emilia Casimiro, foram pais de Natividade Malveiro e Mariana Antónia Malveiro.

          Margarida Malveiro, nasceu 18-2-1888. Faleceu em 28-2-1906. Casou com Francisco Manuel, foram pais de Eugénio que faleceu com três meses.

         Luís Malveiro, (Malveiro IV), nasceu 16-7-1890. Faleceu em 2-8-1962. Casou com Isaura Pires Raposo, foram pais de Graciete Malveiro, Domingas Pires Malveiro, Luíza Malveiro, José Luíz Malveiro, Artur Malveiro, Domingos Malveiro.

          Artur Malveiro, (Malveiro V), nasceu 9-5-1896. Faleceu em 27-3-1981. Casou com Domingas Maria, e foram pais de Margarida Malveiro, Maria Antónia Malveiro, Elisa Malveiro, Marilia Malveiro.

           Mariana Pereira Malveiro, (Malveiro VI), nasceu em 5-7-1900. Faleceu em 26-7-1925. Casou com Serafim e foram pais de Odília Malveiro.

          José Malveiro, (Malveiro VII), nasceu em 18-10- 1902. Faleceu em 28-1-1986. Casou com Maria Guerreira, foram pais de Maria Inácia Malveiro, José Malveiro, Manuel Malveiro, Ana Malveiro, Emília Malveiro.

          Maria José Malveiro, (Malveiro VIII), nasceu em 21-2-1906. Faleceu em 26-9-1981. Casou com Salvador Joaquim, foram pais de, José Salvador, Celeste Maria, Mariana Pereira Malveiro, António Damas Malveiro, Fernanda Malveiro e Ezequiel Malveiro

MALVEIROS IX - A ligação à Galiza 

      

O meu agradecimento a Beatriz da Costa Reis Rodrigues, pela generosidade com que me autorizou a utilização de dados por si recolhidos.

 Jornal de Garvão nº 35 - Páscoa 2026 JORNAL de GARVÃO Nº 35 - Páscoa 2026 2- Editorial 2- Encontro de Gerações 3- Municipando – Dr. Marcelo...