sexta-feira, 10 de abril de 2020

MALVEIRO III - António Malveiro








António Malveiro, casado com Emília Casimiro, era filho de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu na rua das Eiras do Álamo em Garvão, a 24/02/1886, e faleceu em 06-08-1955.

Foram pais de Natividade Malveiro, de Mariana Antónia Malveiro e de Maria Emília.

Natividade Malveiro, casada com Joaquim Augusto, foi mãe de.

- (Olivia Malveiro, casada com Cezar Dias, foi mãe de, (Artur Malveiro Dias, pai de Joana e Francisco) e de (Nelson Malveiro Dias, pai de Laura).
e
- (Maria Emília Malveiro, casada com Jacinto Guerreiro, foi mãe de (Valdemar Malveiro Guerreiro, nasceu a 10/07/1968, pai de Ruben Alexandre Vaz Guerreiro, nasceu a 20/08/2001) e de (Aldo Duarte Malveiro Guerreiro, nasceu a 09/09/1975)
e de
- (Artur Augusto, sem descendência)

Mariana Antónia Malveiro, foi mãe de.

- (Ulisses Malveiro, casado com Odete) foi pai de (Adriano Malveiro, pai de Mariana e Gonçalo) e (Izabel Malveiro, mãe de Rafael e Renata) e de (Miguel Malveiro, pai de Tiago)

Maria Emília, faleceu com quinze anos. (faleceu ou foi sepultada em 18/01/1939, segundo o número 39, do livro de registos de enterramentos da Junta de Freguesia de Garvão)


PÁGINA EM ACTUALIZAÇÃO

Conforme novas informações recebidas, sobre:

- Fotos

- Nomes completos.

- Datas de nascimento, casamento e falecimento.

- Rectificações, alterações ou acrescentos.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

URNA DE ORELHETAS DO DEPÓSITO VOTIVO




 







"Urna" de orelhetas perfuradas, de corpo ovoide, asas verticais (a meio da pança) decoradas por pastilhas circulares, e com tampa cónica terminada por elemento de preensão em botão maciço com a forma de cabeça antropomórfica (decoração pintada — bandas e filetes horizontais e xadrez —associada a decoração estampilhada e plástica).*

          A urna de orelhetas perfuradas, como consta na publicação de O Arqueólogo Português,* sobre a Notícia da primeira campanha de escavações, realizadas em 1982, no Depósito Votivo da II idade do Ferro de Garvão, recentemente posto a descoberto quando se procedia à abertura de valas para o saneamento básico da vila, Caetano de Mello Beirão, Carlos Tavares da Silva, Joaquina Soares, Mário Varela Gomes e Rosa Varela Gomes, dão-nos a conhecer, na referida publicação, o achado, entre centenas, senão milhares de peças de cerâmica, de uma peça em cerâmica decorada, a qual passou a ser conhecida por urna de orelhetas perfuradas

          Esta peça, apresenta uma tampa cónica, está encimada por uma cabeça antropomórfica, com toucado alto em forma de leque, com nariz proeminente e largo, olhos grandes circulares, marcados por incisão e boca com lábios salientes.
          Mostra, sob as orelhetas, duas asas, de perfil semicircular, colocadas verticalmente, decoradas com uma linha de pastilhas.
           O corpo desta urna está decorado com linhas de estampilhas de forma losangular, dispostas em paralelo, e por bandas horizontais, pintadas de cor vermelha, que também encontramos na tampa.
          Trata-se de um importante artefacto, com manifesto carácter votivo ou mesmo funerário, (deposição das cinzas após a cremação, pelos familiares do falecido), cujos melhores paralelos provêm de necrópoles ou de santuários da área levantina, alguns deles de grutas,(34) embora sem as características barroquizantes que integram este exemplar na "fantasia ibérica", conferida por Pellicer,(35) a outras peças de forma complexa ou com grande carga decorativa.
          Na Península Ibérica conhecem-se hoje muito mais de uma centena de urnas de orelhetas, distribuídas por cerca de setenta estações, sobretudo do Levante, observando-se na sua dispersão uma acentuada tendência litoral, sendo também conhecidas em Ibiza, revelando-nos o seu carácter exógeno e a sua origem no Mediterrâneo Oriental ou Central.(36)
          Reflectindo idênticas características, que encontrámos nos materiais de Buenache de Alarcón onde ressalta não só uma menor influência do comércio mediterrânico como aspectos arcaizantes, sobretudo no fabrico das cerâmicas, muitas delas montadas sem roda, é, ainda, peno de Cuenca, na necrópole de Las Madrigueras (Carrascosa del Campo) que, no túmulo III, estrato II, encontraremos uma urna de orelhetas perfuradas. É o único exemplar conhecido nesta estação, acompanhando, na mesma sepultura, duas pequenas umas, uma fabricada sem torno e outra carenada com pé em anel, de cerâmica cinzenta fina fabricada ao tomo, uma taça com bordo largo quase plano e duas outras com bordo ligeiramente introvertido e espessado no interior, uma delas de cerâmica cinzenta (forma 21 de Lamboglia), assim como um fragmento de concha, pequenos objectos de ferro e de bronze. Esta sepultura foi datada dos finais do século V ou do início do século IV a.C.(41)
          Uma tampa do povoado ibérico de Tossal de les Tenables (Lérida) encimada por uma cabeça antropomórfica, com os olhos em pastilha e o nariz proeminente, foi o único paralelo que encontrámos para a tampa da urna de Garvão. (42)
          Atendendo aos paralelos detectados, sobretudo em relação aos motivos corioplásticos, devemos datar a urna de orelhetas de Garvão entre os finais do século IV e a primeira metade do século III a.C. 


* Caetano de Mello Beirão, Carlos Tavares da Silva, Joaquina Soares, Mário Varela Gomes, Rosa Varela Gomes. Depósito Votivo da II idade do Ferro de Garvão, Notícia da primeira campanha de escavações, in “O Arqueólogo Português, série IV, volume 3, 1985. P. 45.

(34)- PÉRES, J. A. – El culto en cuevas en la region valenciana. “Revista de la Universidad Complutense”, XXV, n.º 101, pp. 9-30, (Homenage a Garcia Bellido, I), 1976.

(35)- PELLICER, M. — Las primeras cerámicas a torno pintadas andaluzas y 5145 problemas, in "Tanessos y sus Problemas: V Symposium Internacional de Prehistoria Peninsular", Barcelona 1969, pp. 291-310, espec. pp. 54-55, 310.

(36)- FLETCHER VALLS, D. — Las urnas de orejetas perforadas, in "Actas del VIII Congreso Nacional de Arqueologia", 1963, Zaragoza, 1964, pp. 305-319. JULLY, J. J.; NORDSTROM, S. — Les vases à oreillettes perforées en France et leurs similaires en Méditerranée Occidentale. "Archivo de Prehistoria Levantina", XI, 1966, pp. 99-124. NORDSTROM, S. — La céramique peinte ibérique de la province d'Alicante (Acta Universitatis Stockholmiensis, VI), 1973, II, pp. 174-176. BEIRAO, C. M.; GOMES, M. V. — A necrópole da Idade do Ferro do Gaitado (Vila Nova de Milfontes). "O Arqueólogo Português", série IV, 1, 1983, pp. 207-266, espec. pp. 231-233, fig. 18.

(41)- ALMAGRO GORBEA, M. — La necrópolis celtibérica de "Las Madrigmeras-Carrascosa del Campo" (Cuenca) (Excavaciones Arqueológicas en Espafia, 41), Madrid, 1965. ID. — La necrópo-lis de "Las Madrigueras-Carrascosa del Campo" (Cuenca) (Biblioteca Praehistorica Hispana, X), Madrid, 1969, pp. 38-40. BEIRÃ(); GOMES - op. cit. (v. nota 36), p. 251.

(42)- PERICOT, L. — Ceramicas ibéricas. Barcelona, Ediciones Polígrafa, 1979, p. 200, fig. 315.

sexta-feira, 27 de março de 2020

REEDIÇÃO DO LIVRO SUL E SUESTE


80 ANOS DEPOIS, REEDITA-SE O LIVRO:

SUL e SUESTE - Prosas de Além-Tejo.

            Publicado em 1940, por Joaquim da Costa, natural de Garvão, cuja infância se dividia entre a casa familiar na Rua Nova e as propriedades agricolas da família, Cachorros e Monchica, cedo enveredou pela vida académica, formando-se em advocacia.
           Neste livro, Joaquim da Costa, conta memórias da sua infância, passadas na vila de Garvão e nas herdades da família. 
           Vamos aqui encontrar detalhes dos acontecimentos da época que tanto marcaram a sua vida familiar e da região. Não só os acontecimentos políticos da época, mas igualmente os detalhes na descrição dos trabalhos e trabalhadores agricolas e ferroviários.           

           Lembranças dum tempo que nos precedeu, de avós e pais, de tradições e costumes, de recordações, de histórias e Memórias, como elo importante na preservação e da recordação do passado.


JORNAL DE GARVÃO Nº 26











JORNAL DE GARVÃO Nº 26 - 


 


 

quinta-feira, 26 de março de 2020

Livro “SUL e SUESTE”

Livro “SUL e SUESTE”
Em 1940 Joaquim da Costa, natural de Garvão, publicou através das oficinas da Gazeta do Sul no Montijo, o livro “SUL e SUESTE- Prosas de Além-Tejo”.
Joaquim da Costa era natural de Garvão, irmão de José Júlio da Costa que matou o presidente da república Sidónio Pais em 14 de dezembro de 1918 e de Celestino da Costa, primeiro presidente da Junta de Freguesia de Garvão depois do 25 de Abril de 1974.
Este livro, apesar de tratar essencialmente de lugares e famílias de Garvão, passa despercebido hoje em dia, com um total desconhecimento sobre este nosso conterrâneo e a sua obra, contudo trata-se de uma série de crónicas, que nos brindou, relativas a esta parte do Alentejo em geral e a Garvão em particular, nos vários contos e novelas deste livro, fruto da sua infância e da sua memória.
Era livro obrigatório de leitura, nas casas dos lavradores da região, era guardado religiosamente. Ainda nos anos setenta do século XX havia lavradores que embrulhado em pano, o conservavam na arca juntamente com outros pertences mais valiosos.
Devia de ter sido livro de leitura, nas longas noites de Inverno, entre outras histórias, contadas de geração em geração para delícia de miúdos e graúdos nos serões em volta do lume debaixo do chupão.
Esta edição, não só homenagear este nosso conterrâneo, como dignifica a vila de Garvão e é um contributo para a sua valorização, porque como diz o ditado "um povo sem memória é um povo sem futuro".
Pretende-se, assim, reeditar esta obra, cujo contributo para a memória e história das gentes de Garvão, é demasiado valioso para que fique esquecido e ignorado nas prateleiras incógnitas do passado.

Ficha Técnica
Título SUL e SUESTE
Autor Joaquim da Costa
Reedição José Pereira Malveiro
ISBN 978-989-20-7301-9
Depósito Legal 468592/20
Data da Publicação 1940
Data da Reedição 2020
Idioma Português
Formato A5 - 14.8 cm X 21 cm
Tipo de encadernação Cosida
Nº de páginas 192 – P/B
Capa Capa mole - Cores
PREÇO €10 + Portes

SUL e SUESTE


SUL e SUESTE - Crónicas de Alem Tejo

          Em 1940 Joaquim da Costa, natural de Garvão, publicou através das oficinas da Gazeta do Sul no Montijo, o livro “SUL e SUESTE- Prosas de Além-Tejo”.
           Joaquim da Costa era natural de Garvão, irmão de José Júlio da Costa que matou o presidente da república Sidónio Pais em 14 de dezembro de 1918 e de Celestino da Costa, primeiro presidente da Junta de Freguesia de Garvão depois do 25 de Abril de 1974.
            Este livro, apesar de tratar essencialmente de lugares e famílias de Garvão, passa despercebido hoje em dia, com um total desconhecimento sobre este nosso conterrâneo e a sua obra, contudo trata-se de uma série de crónicas, que nos brindou, relativas a esta parte do Alentejo em geral e a Garvão em particular, nos vários contos e novelas deste livro, fruto da sua infância e da sua memória.
            Era livro obrigatório de leitura, nas casas dos lavradores da região, era guardado religiosamente. Ainda nos anos setenta do século XX havia lavradores que embrulhado em pano, o conservavam na arca juntamente com outros pertences mais valiosos.
            Devia de ter sido livro de leitura nas longas noites de Inverno, entre outras histórias, contadas de geração em geração para delícia de miúdos e graúdos nos serões em volta do lume debaixo do chupão.
          Esta edição, não só vai homenagear este nosso conterrâneo, como dignifica a vila de Garvão e é um contributo para a sua valorização, porque como diz o ditado "um povo sem memória é um povo sem futuro".
           Pretende-se assim reeditar esta obra, cujo contributo para a memória e história das gentes de Garvão, é demasiado valioso para que fique esquecido e ignorado nas prateleiras incógnitas da história.

 

Ficha Técnica

Autor José Pereira Malveiro
Título SUL e SUESTE
Data da Publicação Março de 2020
ISBN 978-989-20-7301-9
Depósito Legal 468592/20
Idioma Português
Formato  A5 - 14.8 cm X 21 cm
Tipo de encadernação      Capa mole - colado
N.º de páginas 192



CORONAVÍRUS EM PORTUGAL

TEMOS QUE ESTAR NA PRIMERIA LINHA DO COMBATE
Email do Sr. Prof. Cat. Fernando Carvalho Rodrigues

      É uma opinião publica do "pai" do único satélite que Portugal conseguiu lançar para o espaço e, parece, que ainda por lá anda... Porém a sua opinião não é suportada no seu conhecimento cosmonáutico, mas sim, como ele refere, no passado histórico de prevenção sobre guerra química em Portugal, com instituições, espaços hospitalares e pessoas preparadas e dedicadas ao assunto e a sua experiência de alguns anos na NATO.

         Estranha-se como é que alguém dos comandos militares, mesmo sem o poder politico os consultar, ainda não lhe fizeram chegar, sobretudo, depois do PR e PM classificarem esta pandemia, como uma guerra, concordando que é de facto uma guerra, que tinha um nome mas que a frente e a retaguarda do combate estão invertidos...
           Continuemos a acompanhar a guerra, a ouvir os artilheiros e tenhamos cuidado com os estilhaços. E, como se fora o Marquês de Pombal a mandar, tratemos das vítimas e enterremos os mortos.


Excelentíssimo Senhores,

          Com vírus que matam Humanos e que não conseguimos aniquilar não há proporcionalidade. Há guerra biológica.

         É como alguém que quer entrar armado, a disparar, contra alguém que está em casa e nem arma tem. Tem que se atrasar a entrada do ataque de quem vem armado a disparar até que venha Autoridade e acabe com a ameaça que é, tal como o vírus, total e completamente assimétrica.

           A guerra biológica tem doutrina escrita, tem métodos e tácticas de emprego bem estabelecidas. São feitas manobras, exercícios, é treinada (os hospitais na China montados em meia dúzia de dias são a demonstração que, semana sim, semana sim, treinam contra medidas de guerra biológica).

           Em Portugal até havia o Hospital das Infecto-contagiosas na Boa Hora e outros com Pessoal treinado em guerra biológica e enquanto houve Hospital de Marinha também. Há ou havia pelo menos até ao Comando das Forças Armadas do General Pina Monteiro uma companhia especializada em guerra NBQR (nuclear, biológica química e radiológica) com standards de prontidão da NATO. Seria bem falar com o Pessoal que sabe e treina sobre este assunto.

         O que a China faz, o que a Rússia faz e os EUA estão a fazer é desencadear, no terreno, o que sabemos de contra medidas numa guerra biológica em todos os aspectos. A Europa, com excepção da Alemanha, nem tem noção da realidade que em tudo se comporta como um ataque de guerra biológica. Não resulta da agressão de um país a outro, mas de um vírus à espécie Humana; mas não deixa por isso de ser guerra biológica.

            A incúria Europeia, com excepção da Alemanha, é escondida por detrás de argumentos relativamente à China de que é um país comunista e uma ditadura, à Rússia de que também é quase uma ditadura e aos EUA de que têm o Presidente que têm.

          O que a China, a Rússia e os EUA estão a fazer é a pôr no terreno a táctica e a doutrina da Guerra Biológica e a conseguir utilizar o Pessoal de Saúde apenas na última linha de defesa. Têm na linha da frente da frente de combate Militares, GNR, Polícia, Protecção Civil e a População em geral a garantir a desinfecção pública e sobretudo o isolamento usando força se necessário for para que nesta luta assimétrica (vírus que mata e não é possível exterminá-lo) sejam, através do isolamento, infectados o menor número possível para que não chegue uma avalanche às portas do último reduto, o hospital.

          Não se pode deixar tudo à mercê e chegar ao Pessoal da Saúde e o Hospital com massas de infectados. Não podemos transformar a retaguarda (o Pessoal de Saúde e o hospital) na frente do combate.

           O que a Europa faz é isto: só dá batalha na última linha de defesa.

         Não podemos numa guerra biológica não ter o envolvimento de todos e deixar que o Pessoal na frente da frente sejam Médicos e Enfermeiros e Gente da Saúde. Esses devem estar a defender o último reduto, a barbecã dos tempos medievais. Não podem ser quem está na frente da frente.

          Na frente, na frente da frente da guerra biológica temos que estar todos nós, garantindo higiene pública e individual e isolamento com muita solidariedade e quando e se necessário garantido pela força do Estado. Quem, só por que sim, não se isola o máximo que pode, está a baldar-se para o lado do vírus e entregar a nossa vida à ameaça biológica mortal que o vírus traz.

           Não pode ser como agora em que na Europa, os hospitais, são, apenas, o que constitui a única linha da frente desta guerra biológica. É bem sabido o que acontece a quem ponha a sua defesa apenas no último reduto.

             Para estarmos todos, a agir eficazmente, temos que enfrentar este vírus com as bem estabelecidas tácticas de condução de uma guerra biológica. E nesta não há proporcionalidade. Há mobilização. Nós temos todos que ser os peões de Infantaria para que ao Pessoal dos Hospitais que na metáfora são os Cavaleiros possam apenas estar focados na derradeira luta, a luta pela vida no hospital. Eles, o Pessoal de Saúde e o hospital não podem ser a linha da frente da frente. Nós temos que ser a linha da frente da frente.

           Nós todos, com a Autoridade Militar, Policial e Civil mobilizados solidária e eficazmente na primeira linha da frente a garantir higiene individual e pública com isolamento individual ao máximo possível; para que chegue o menor número de casos à retaguarda da frente deste combate onde está o competentíssimo e abnegado Pessoal de Saúde e o hospital.

             Eu não sei, a não ser de alguns cálculos sobre o assunto (estão no P.S.) e por ver por muito de perto, muito do que descrevi da doutrina e da condução de guerra biológica na Emerging Security Challenges Division nos treze anos de Quartel Geral da NATO; mas porque ensino que só verdadeiramente sabe quem já fez (os outros ouvimos dizer) espero que como, em Portugal, há nas Forças Armadas, quem saiba (porque fez e teinou) como a guerra biológica se conduz seria bom que fossem consultados e sobretudo utilizados os seus conhecimentos.
            Forte Abraço do vosso
            FCR
            A Direcção da AFAP - Associação da Força Aérea Portuguesa


Como tratar o coronavírus, como curar o coronavírus, como evitar o coronavírus, o que fazer se apanhar coronavírus. O que é o coronavírus, como se proteger do coronavírus.

 Jornal de Garvão nº 35 - Páscoa 2026 JORNAL de GARVÃO Nº 35 - Páscoa 2026 2- Editorial 2- Encontro de Gerações 3- Municipando – Dr. Marcelo...