sábado, 18 de abril de 2020

ALBARDEIRO, ALBARDAS e MOLINS


ANTÓNIO ALBARDEIRO - último albardeiro de Garvão.

ALBARDA e MOLIN










MULA COM ALBARDA E ARREIOS


               Albarda-se o burro à vontade do dono.
               E para bom entendedor, basta.
               Terá as medidas da carteira do dono.
        

          Já lá vai o ofício de albardeiro e por assim dizer, do abegão, do ferrador, do latoeiro, do carpinteiro, ou outras profissões doutros tempos, antes das maquinização da agricultura.
               Só o tosquiador é que se safou, ao tratori não lhe cresce o pelo, rematava o barbeiro da Rua do Salitre, lá para mil novecentos e sessenta e poucos, não se tosquia o burro, corta-se o cabelo ás pessoas, dizia de sua razão.
           Agora ao albardeiro, a mudança de profissão, não se mostrava tão prometedora. O ofício aprendera-o com o pai e o pai já o tinha aprendido com o avô, por isso há-de continuar a albardar até morrer.
             Ao último albardeiro de Garvão, António Albardeiro, com oficina na Rua de Ourique, pouca diferença lhe fazia, não tinha filhos para ensinar, por isso quando morresse, morria a profissão com ele, se já não fazia albardas, molins ou enxergões de palha de centeio, pelo menos entretinha-se a fazer miniaturas, coisa que até se vendia bem, não era preciso andar carregado, para vender na feira.
           Se nos últimos anos lhe faltava as encomendas de albardas ou molins novos ou para remendar, tempos houve que não dava mãos a medir, até do Algarve, desde Monchique a Loulé, procuravam os seus serviços, para além das terras em redor até Beja e Alcácer.
                O centeio tinha de ser inteiro, para maior resistência e a sarapilheira tinha de ser da melhor, primeiro media o animal, burro, burra, besta ou mula, para lhe assentar bem, depois, com artifício de mestre, fazia o molde em sarapilheira e enchia de palha, sempre a apertar e em sentido milenar, para não ficar frouxa, tornava a reforçar com sarapilheira, reforçava os cantos, por vezes, com couro, há medida da carteira do dono, e enfeitava com pontos e berloques de lã colorida.
            A albarda depois de apertada no lombo do animal com uma cilha, estava pronta para o carrego de pessoas, de cargas pesadas nas cangalhas, enchapotas e outra lenha, de cântaros de água, de cereais, palha e o que fosse preciso. Sentadas na albarda, em cima do burro ou da besta, chegavam ainda há pouco tempo há feira de Garvão, as donzelas e outras menos donzelas, dos montes e aldeias em redor.
             Outras e familiares, vinham no carro de bestas, de um só animal ou de parelha, os molins eram peça obrigatória para as cangas, onde atrelava a vara do carro ou as charruas e arados, não ferirem o cachaço do animal. Se havia molins para a lavoura, outros molins apresentavam-se coloridos e vistosos para ocasiões de festa, garridos e enfeitados com berloques, fitas de lã e ponteados em flor encimados com um espelho que reluzia quando o Sol lhe dava.





sexta-feira, 10 de abril de 2020

MALVEIRO VIII – Maria José Malveiro



 





Maria José Malveiro, era filha de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu em 21-2-1906 na vila de Garvão. Faleceu em 26-9-1981. Casou com Salvador Joaquim.

Foram pais de, José Salvador, Celeste Maria, Mariana Pereira Malveiro, António Damas Malveiro, Fernanda Malveiro e Ezequiel Malveiro.

José Salvador, casou com Inácia, pai de (Cândida Salvador, casada, mãe de Raquel e Tânia) de (Dália Salvador, casada, mãe de Vanessa e José Carlos) de (Sérgio Salvador, casado com Guida, pai de Susana) e de (Graça Salvador, casada)

Celeste Maria, casada com Manuel, (sem descendência)

Mariana Pereira Malveiro, mãe de (José Pereira Malveiro Guerreiro, casado com Ana Maria, nasceu a 23-10-1956, pai de (Ana Rita, casada com rui Miguel, mãe de Sofia e Inês) e (José Daniel) e de (Inês Beatriz))

António Damas Malveiro, casado com Carmem, pai de (Carlos Manuel, casado, pai de Bruna)

Fernanda Malveiro, casada com Manuel Amorim, mãe de (Ana Maria, casada com Paulo, mãe de Martin) e de (Paulo, casado com Regina, pai de Matilde)

Ezequiel Malveiro, casado com Lurdes, pai de (Paulo Jorge, casado com Sandra, pai de Olivia, Isabella e Eliana) e de (Daniela, casada com Daniel Clark, mãe de Leo e Jackson)



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MALVEIRO VII – José Malveiro




 







José Malveiro, era filho de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu na Rua da Eira do Álamo, a 18-10-1902. Faleceu em 28-1-1986. Casou com Maria Guerreira.

 Foram pais de Maria Inácia Malveiro, José Malveiro, Manuel Malveiro, Ana Malveiro, Emília Malveiro

Maria Inácia Malveiro, casou com Joaquim, mãe de (Bento, com descendência)

José Malveiro, casou com Mariana Dias, pais de (Nélia com descendência))

Manuel Malveiro, casado, pai de (Maria Francisca com descendência)) e (Zélia com descendência))

Ana Malveiro, casou com José Prim, mãe de (Aida, casou com Jorge, mãe de Jorge e Margarida)

Emília Malveiro, casou António Prim, mãe de (Fernanda, com descendência) e (Rui)

 

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MALVEIRO VI – Mariana Pereira Malveiro




 







Mariana Pereira Malveiro, era filha de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu na Rua da Eira do Álamo, a 5-7-1900. Faleceu em 26-7-1925. Casou com Serafim.

Foram pais de Odília Malveiro.

Odília Malveiro, casou com Margelino Mendes, foram pais de (Victor Mendes, pai de Steve Mendes)


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MALVEIRO V – Artur Malveiro












Artur Malveiro, nasceu 9-5-1896. Faleceu em 27-3-1981. Casou com Domingas Maria, era filho de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu na Rua Direita.

Foram pais de Margarida Malveiro, Maria Antónia Malveiro, Elisa Malveiro, Marília Malveiro.

Margarida Malveiro, mãe de (Maria Margarida Malveiro, mãe de Manuel) e de (Artur Malveiro, (com descendência))

Maria Antónia Malveiro, (com descendência)

Elisa Malveiro, casada com Francisco Zacarias, mãe de (Manuel, (com descendência)), e (Candinhas, mãe de Sónia)

Marília Malveiro, mãe de (Dulce (com descendência))


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MALVEIRO IV – Luís Malveiro



 







Luís Malveiro, casou com Isaura Pires Raposo, era filho de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu na Rua do Álamo, a 16-7-1890 e faleceu em 2-8-1962.

Foram pais de Graciete Malveiro, Domingas Pires Malveiro, Luiza Malveiro, José Luís Malveiro, Artur Malveiro e Domingos Malveiro.

Graciete Pires Malveiro, nasceu a 09/07/1929, casada. (com descendência)

Domingas Pires Malveiro, casada com José Joaquim Guerreiro. mãe de (Fernando Pires Guerreiro, pai de Vera e Pedro) e (Élio Pires Guerreiro, pai de Andreia, Beto e Betina)

Luiza Malveiro, (com descendência)

José Luís Malveiro, (com descendência)

Artur Malveiro, (com descendência)

Domingos Malveiro, (com descendência)


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MALVEIRO III - António Malveiro








António Malveiro, casado com Emília Casimiro, era filho de José Malveiro e de Maria Antónia Pereira, nasceu na rua das Eiras do Álamo em Garvão, a 24/02/1886, e faleceu em 06-08-1955.

Foram pais de Natividade Malveiro, de Mariana Antónia Malveiro e de Maria Emília.

Natividade Malveiro, casada com Joaquim Augusto, foi mãe de.

- (Olivia Malveiro, casada com Cezar Dias, foi mãe de, (Artur Malveiro Dias, pai de Joana e Francisco) e de (Nelson Malveiro Dias, pai de Laura).
e
- (Maria Emília Malveiro, casada com Jacinto Guerreiro, foi mãe de (Valdemar Malveiro Guerreiro, nasceu a 10/07/1968, pai de Ruben Alexandre Vaz Guerreiro, nasceu a 20/08/2001) e de (Aldo Duarte Malveiro Guerreiro, nasceu a 09/09/1975)
e de
- (Artur Augusto, sem descendência)

Mariana Antónia Malveiro, foi mãe de.

- (Ulisses Malveiro, casado com Odete) foi pai de (Adriano Malveiro, pai de Mariana e Gonçalo) e (Izabel Malveiro, mãe de Rafael e Renata) e de (Miguel Malveiro, pai de Tiago)

Maria Emília, faleceu com quinze anos. (faleceu ou foi sepultada em 18/01/1939, segundo o número 39, do livro de registos de enterramentos da Junta de Freguesia de Garvão)


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