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LIVRO "DANÇA DE GARVÃO"
Desde as primeiras civilizações, até aos nossos dias, foram muitos os povos que passaram pelo nosso território e fizeram dos seus costumes parte da nossa cultura, num misto de crenças, superstições, conhecimentos, arte, moral, leis e costumes. As populações, ao perpetuar os usos e costumes dos seus antepassados, nas suas principais necessidades: religiosas, de divertimento, social ou de defesa, mantiveram e divulgavam certas tradições que se perpetuaram atá aos nossos dias. As danças tradicionais populares, conservam ainda muito da sua autenticidade, observada nos movimentos dos dançarinos, na música e nos trajes, são danças, músicas e cantares, ligados de geração em geração, vindas muitas vezes do mundo incógnito da ancestralidade. Ainda hoje se celebram com bastante pureza no seu ritualismo original, as festas existenciais de Inverno. São rituais de profundo significado mitológico: rituais de iniciação, celebrações de mitos e rituais do homem que o une ao tempo sagrado, valoriz...
Muito interessante!
ResponderEliminarPrincipais artérias da vila de Garvão na segunda metade do século XIX: Rua Direita, Largo do Rossio, Praça, Rua da Misericórdia, Rua Nova, Rua das Eiras do Álamo, Rua de Ourique,Rua de S. Sebastião e Rua da Oliveira.
ResponderEliminarCaro José Ferreira
ResponderEliminarObrigado pelo seu comentário.
O largo do Rossio presumo que fosse onde actualmente se denomina por Largo da Palmeira.
A Rua das Eiras do Álamo não é tão claro pois actualmente temos a travessa do Álamo, (presentemente Rua) e no extremo Sul desta temos a Rua das Eiras, mas de facto a continuação da Travessa do Álamo.
Possivelmente a Rua das Eiras do Álamos seria a actual Travessa (Rua) do Álamo.